quarta-feira, março 04, 2009
Ilegalidades, Ilegitimidades e Imoralidades
A Lei acima de tudo. Será?
“ Lei (do verbo latino ligare, que significa "aquilo que liga", ou legere, que significa "aquilo que se lê") é uma norma ou conjunto de normas jurídicas criadas através dos processos próprios do acto normativo e estabelecidas pelas autoridades competentes para o efeito. ” in Wikipedia http://pt.wikipedia.org/wiki/Lei
Ou seja...
A Lei é criada pelo Homem para se (auto)regular.
Como é criada pelo Homem, é certo que pode errar.
E isso não seria necessariamente errado,
Se o Homem humilde fosse para mudar o enganado,
Reconhecer o seu erro sendo rápido a corrigí-lo,
Antes mesmo que os efeitos teimassem em perseguí-lo...
Mas não... Não somos humildes.
O Homem que estabelece o conjunto de regras, é o mesmo Homem que vive de medos e receios. Receio de morrer, receio de falhar, receio do outro, receio de si próprio. O receio que temos de não controlar o nosso meio envolvente é tal, que chegámos ao ponto de nascer ilegais. Até estarmos oficialmente registados... não temos nome, não temos identidade, não temos história, não temos direitos. Não será isto um excesso?
Como todos sabemos, existe a Declaração Universal dos Direitos Humanos... assinada no Século passado em “1900 e troca o passo”. Alguém sabe a data de algo tão importante para a Humanidade (foi em 1948),?! Alguém lhe dá relevância no dia-a-dia?!... Alguém por certo o fará, pelo menos os que dela precisam para não ser mortos... De facto, como esta declaração não tem obrigatoriedade legal, há lugar a atropelos ilegítimos e imorais mas, “felizmente e para bem da nossa sociedade”... sempre dentro da legalidade.
As Leis mudam.
Mudam com o tempo.
Algumas Leis mudam como muda o “vento”.
E tal como a Natureza tem a sua “razão”,
Cada Legislador tem a sua “visão”... e “opinião”...
Isto é simplesmente a maior prova da nossa constante evolução instável e desequilibrada... somos “coerentemente incoerentes”. Sabemos à partida, que o que achamos que é verdade absoluta hoje, não será necessariamente amanhã. Que aquilo que defendemos como essencial, podemos criticar daqui a 5 anos. Ora, analisemos os nossos conflitos. Existem comportamentos legais que são completamente ilegítimos e imorais. Existem também comportamentos morais e legítimos que são completamente ilegais. Fará isto algum sentido? A maior parte dos Governos, “até dos democráticos”, se escondem por detrás da legalidade para influenciar, forçar, controlar... legalidade criada, claro está, por legisladores que de uma forma ou de outra se encontram perfeitamente integrados nos sistemas político, social e económico existentes.
segunda-feira, fevereiro 23, 2009
domingo, fevereiro 08, 2009
Haverá realmente uma crise económica?
Será a crise económica apenas um “mau momento”?
(publicado no nº zero do "PaLOP News", Jan09)
aahhhHHHHH! Pânico. Pronto. Mãos na cabeça. Desespero. Estamos em crise económica.
“- Poupa-se mais?!
- Nem por isso.
- Planeia-se melhor os gastos?!
- Também não.
- Então qual é a diferença?!
- É que agora há despedimentos em massa, cortam-se os empréstimos e toda a gente se queixa.
- Ok... e qual é realmente a diferença?!
- É que os bancos deixaram de ter dinheiro... e as empresas estão “à rasca”.
- Ah... então é isso. Acho que já percebi. Antes estávamos mal, mas como os bancos não tinham problemas... e agora, como os bancos não estavam preparados e não se precaveram... estamos ainda pior pois já não há rios de dinheiro a viajar em especulações e transacções virtuais.... é isso?
- É... é mais ou menos isso...”
Seja como for, coloco primeiro uma questão. Estaremos mesmo numa crise económica? Naturalmente, eu sei que estamos num período terrível, a roçar níveis preocupantes de instabilidade e insegurança económicas... mas será mesmo uma crise? Deixem-me explicar o porquê desta pergunta.
Ora bem, qual o conceito de crise? Se olharmos para as definições existentes, o conceito de crise é entendido como uma alteração de estado ou perda de algo que coloca em causa o equilíbrio de uma pessoa ou de um grupo. A única forma de reencontrar esse equilíbrio é uma mudança na atitude ou no comportamento.
Ou muito me engano, ou cá para mim parece-me que este “momento de crise” não é só de agora. Não estaremos neste “mau momento”... há já algumas décadas? Quando um “mau momento” se teima em repetir e tem um efeito prolongado, não passa a ser uma “nova realidade”? Penso que sim. E o que eu também penso é que esta “nova realidade” esteve sempre invariavelmente diluída ou disfarçada por mais ou menos evolução e verdadeiro progresso técnico e científico, disponibilidade de fundos extraordinários, medidas e decisões de cosmética. Em termos de permissas base da nossa sociedade, bem como atitudes e comportamentos sociais... parece-me por demais evidente que este sistema tende para o desequílibrio.
Prontos para a divagação?! Alerto já o leitor para que esteja preparado para as seguintes linhas... aqui vamos...
Coloco então, novamente, essa mesma questão... estaremos nós mesmo numa crise económica? Ou o referido momento será apenas o reflexo do período de declínio desta civilização? Um pequeno parêntesis: por civilização, entendo o estágio da cultura social e civismo de um agrupamento humano caracterizado pelo progresso social, científico, político, económico e artístico. Não sendo fatalista, sou obrigado a considerar que o modelo em que neste momento a nossa sociedade assenta, é um modelo enfraquecido. Enfraquecido pela falta de valores morais. Enfraquecido pela falta de princípios. Enfraquecido pela falta de referências. Enfraquecido pela falta de respeito pelas pessoas e pelas tradições. Enfraquecido pelo enfoque exagerado no desenvolvimento económico, sem a devida preocupação com o equilíbrio social. Enfraquecido...
Sei que possivelmente corro o risco de ser entendido como lírico ao afirmar determinado pensamento mas, independentemente de eu ser de direita ou de esquerda e independentemente do leitor ser de esquerda ou de direita, ninguém poderá negar que o sistema actual previligia uma sociedade ambiciosa, de busca constante pelo lucro e pelo status social onde as marcas passaram a ocupar a ser as referências orientadoras de comportamento, onde a efémera fama conquistada - num qualquer programa de televisão - se sobrepõe ao reconhecimento público pelo contributo social. Aliás, a importância social deixou ela mesmo de ser identificada ou atribuída pelo papel cívico que cada um representa, mas antes pela notoriedade e visibilidade conquistada... e quanto mais polémica melhor. A sociedade actual deixou de ter uma base de equilíbrio... ao invés, promove a especulação, o endividamento e as diferenças sociais. Em episódios de uma grande novela, a história conta-nos que, num determinado momento da sua existência, todas as grandes civilizações alteraram os seus modelos de funcionamento de participação social, atingiram estágios máximos de progresso e desenvolvimento para depois entrarem em declínio, acabando por se extinguir. Aconteceu com as civilizações Inca, Maia, Grega, Romana... e acontecerá o mesmo com esta nossa civilização... se a base de organização social não se alterar.
Concordo em absoluto com o mercado liberal, com a globalização, com o avaliar e premiar o mérito em termos de performance no trabalho. Mas também concordo com a ideia sistémica de que todos fazemos parte deste “eco-sistema” e que a nossa liberdade termina onde a dos outros começa. Não podemos furar... e furar... e furar... sabendo que estamos a criar desequílibrios noutro lado. Puxar os lençóis para cima e destapar os pés... é insensato, é um erro estratégico, é pequenino, é... insuficiente.
Então e soluções?! Dizer o que eu disse sem propor soluções, estratégias, acções... é muito fácil. Concordo. Mas se vos fizer parar para pensar um pouco em vez de seguirem a “carneirada” que acena que sim com a cabeça cada vez que lhe perguntam se estamos em crise económica... já fico contente.
Quanto a soluções, há diferentes níveis disponíveis. A um nível global, é necessário que se estabeleça uma “nova” consciência social. Esta consciência sempre existiu e recentemente tem sido até muito badalada. Mas torna-se essencial que todos nós exerçamos a nossa influência para que o dinheiro seja melhor investido, para que não haja quem brinque com o dinheiro que não é deles.... e para que os que o fazem levianamente sejam de facto punidos como todos os outros. É por aí que começa a justiça social... logo, o equilíbrio. “O Sol quando nasce, é para todos”. Ou “mamam todos, ou não mama nenhum”.
No que diz respeito a soluções a um nível pessoal, “quem não tem dinheiro, não tem vícios”. O meu conselho é esse mesmo. Que as pessoas não sejam ovelhinhas e não “encarreirem” no que os outros fazem “só porque sim”. Que não peçam mais um empréstimo, só porque o vizinho, o primo ou o irmão o fizeram. Planeiem os vossos projectos de vida sem ficarem completamente dependentes de terceiros nem da sorte. Sejam conscientes acerca da vossas despesas e comprometam-se apenas com o que podem.
Agora, voltando ao tema central. Alguém diz que estamos em crise... e nós insistimos em acreditar que estamos em crise. Como queiram. Só que desta forma, não só vamos continuar a cruzar os braços e a criticar apenas os que elegemos para lá estarem a decidir por nós - para nos desresponsabilizarmos de uma situação que também ajudámos a criar - como estaremos eternamente iludidos à espera de sair da situação... como se isso fosse possível e as coisas “voltassem a ser como dantes”. Sugiro então que pensemos da seguinte maneira, muito positiva até... Não há crise nenhuma! Ponto. Vêm como é muito melhor?!??! Se não estamos em crise, é bem mais fácil viver e encarar a vida com um sorriso. Já está o sorriso?! Óptimo. Agora... vem novamente a parte difícil de encarar a realidade... De facto, não há crise nenhuma... este sistema é que não funciona.
Aha! Acho que já descobri. Não é a economia que está em crise. Quem está em crise, somos nós que vivíamos com a ilusão de que esta economia funcionava. Mais.. quem está em crise são aqueles que sustentaram todas as suas crenças neste sistema económico. Demorou, mas como agora estão a ver que não funciona... estão em crise, “estamos em crise”, “está o mundo em crise”. Desculpem desiludir. Eu não estou em crise nenhuma. Mas conheço amigos psicólogos que, de certeza, estão dispostos para vos dar assistência, i.e. aos que se sentem em crise claro está.
De resto, antes que me acusem de colocar os economistas, capitalistas e outros “-istas” em estado depressivo de lamento, deixem-me então avançar com outro ponto de vista positivo!!!! Identificar o problema é o primeiro passo para sair da cr... isso mesmo.
segunda-feira, janeiro 26, 2009
Nada mais, nada menos...
Eu sou Eu... nada mais, nada menos.
E o que Sou Eu?
Eu Sou o que Sou... nada mais, nada menos.
Isto faz menos sentido para todos os que sabendo o que não são... não sabem o que são.
Mas atenção... eu não disse que sei... apenas disse que sou.
Confuso? Talvez seja.
Mas sendo o que é, não precisamos de o saber. Basta crermos que é. E ser.
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Who am I?
I am ME... nothing more, nothing less.
And what am I?
I am what I am... nothing more, nothing less.
This may be "senseless" for all those that knowing what they are not... they do not know what they are.
But be aware... I didn't say that I know... just that I am.
Confusing? May be.
But being what it is, we don't need to know it. Just to believe it is. And be it.
domingo, janeiro 25, 2009
Desejo Primeiro
Victor Hugosexta-feira, janeiro 23, 2009
Doce solução...
"Se não encontras a tua metade da laranja, não desanimes. Procura a tua metade do limão, junta açúcar, cachaça e gelo... e sê feliz!"
segunda-feira, janeiro 19, 2009
domingo, janeiro 18, 2009
Conversa de amigos... todos passamos por isto companheiros...
Abraço Comandante)
Um tipo às vezes deixa-se enganar. Quando é ela a escolher... não bebo, como mal e pago bem! Mas ela fica contente de ir a um sitio bonito... nao se devia era chamar aquilo restaurante
"maison de glamour et de enchatement... avec quelque chose a manjer"
em portugues... "sitio de bate-palas e de aturar mulheres... com alguma coisa para comer"
Não podia estar mais certo.... bolas...
quinta-feira, janeiro 15, 2009
domingo, janeiro 11, 2009
AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!
Porque é que estou a berrar?!
Não sei... apeteceu-me. Não se passa nada de errado... apenas uma súbita vontade de abrir a garganta e dar um berro bem alto. Como já é quase meia-noite... fico-me por aqui.
Nunca vos aconteceu?
sábado, janeiro 10, 2009
Achas isso normal? É isso que queres para o resto da tua vida??...
Se não... então não sejas tótó e deixa de brincar com a tua vida...
sábado, janeiro 03, 2009
quinta-feira, janeiro 01, 2009
E foi assim o tal jantar convivio....
segunda-feira, dezembro 08, 2008
Encosta-te a mim...
Jorge Palma
Composição: Andre Hollanda
Encosta-te a mim, nós já vivemos cem mil anos.
Encosta-te a mim, talvez eu esteja a exagerar.
Encosta-te a mim, dá cabo dos teus desenganos
não queiras ver quem eu não sou, deixa-me chegar.
Chegado da guerra, fiz tudo p´ra sobreviver,
em nome da terra, no fundo p´ra te merecer
recebe-me bem, não desencantes os meus passos
faz de mim o teu herói, não quero adormecer.
Tudo o que eu vi, estou a partilhar contigo
o que não vivi, hei-de inventar contigo
sei que não sei às vezes entender o teu olhar
mas quero-te bem, encosta-te a mim.
Encosta-te a mim, desatinamos tantas vezes.
Vizinha de mim, deixa ser meu o teu quintal,
recebe esta pomba que não está armadilhada
foi comprada, foi roubada, seja como foi.
Eu venho do nada porque arrasei o que não quis
em nome da estrada, onde só quero ser feliz.
Enrosca-te a mim, vai desarmar a flor queimada,
vai beijar o homem-bomba, quero adormecer.
Tudo o que eu vi, estou a partilhar contigo,
e o que não vivi, um dia hei-de inventar contigo
sei que não sei, às vezes entender o teu olhar,
mas quero-te bem.
Encosta-te a mim
Encosta-te a mim
Quero-te bem.
Encosta-te a mim.
segunda-feira, dezembro 01, 2008
sexta-feira, novembro 21, 2008
Belo som...
Jason Mraz - "I'm yours"
Well you done done me and you bet I felt it
I tried to be chill but you're so hot that I melted
I fell right through the cracks
Now I'm trying to get back
Before the cool done run out I'll be giving it my bestest
And nothing's going to stop me but divine intervention
I reckon it's again my turn to win some or learn some
I won't hesitate no more, no more
It cannot wait, I'm yours
Well open up your mind and see like me
Open up your plans and damn you're free
Look into your heart and you'll find love love love love
Listen to the music of the moment people dance and sing
We're just one big family
And It's our God-forsaken right to be loved love loved love loved
So I won't hesitate no more, no more
It cannot wait I'm sure
There's no need to complicate
Our time is short
This is our fate, I'm yours
Scooch on over closer dear
And i will nibble your ear
I've been spending way too long checking my tongue in the mirror
And bending over backwards just to try to see it clearer
But my breath fogged up the glass
And so I drew a new face and laughed
I guess what I'm be saying is there ain't no better reason
To rid yourself of vanity and just go with the seasons
It's what we aim to do
Our name is our virtue
But I won't hesitate no more, no more It cannot wait I'm yours
Well open up your mind and see like me
Open up your plans and damn you're free
Look into your heart and you'll find that the sky is yours
Please don't, please don't, please don't
There's no need to complicate
Cause our time is short
This oh this this is out fate, I'm yours!
terça-feira, novembro 11, 2008
Xiiiii... há tanto tempo... olá!
Já há algum tempo que cá não venho.... alô?!?!? Está aí alguém?!?!?
Será que "Aqui há eco?"
Olha... passei para ver como estavam... mas como ninguém me responde... volto mais tarde.
Beijos e abraços!
Filipe aka Pipas aka Neko ake Lipe aka Lhipe aka Lhipi aka Fil aka Pixote aka Xipas aka Pi aka Félix aka Pepe aka Mr. P aka... irra... bolas... caraças... chiça... cacete... caramba... penico... possa... porra... ena... tantos nomes... já chega não?
quinta-feira, outubro 16, 2008
Segunda fase também já está...
domingo, outubro 05, 2008
Después de un tiempo...
Uno aprende que el amor no significa sexo, y una compañía no significa seguridad.
Y uno empieza a aprender.
Que los besos no son contratos y los regalos no son promesas y uno empieza a aceptar sus derrotas con la cabeza alta y los ojos abiertos.
Y uno aprende a construir todos sus caminos en el hoy, porque el terreno de mañana es demasiado inseguro para planes y los futuros tienen una forma de caerse en la mitad.
Y después de un tiempo uno aprende que si es demasiado, hasta el calorcito del sol quema.
Uno planta su propio jardín y decora su propia alma, en lugar de esperar a que alguien le traiga flores.
Y uno aprende que realmente puede aguantar, que uno realmente es fuerte, que uno realmente vale, y uno aprende y aprende.
Con el tiempo aprendes que estar con alguien porque te ofrece un buen futuro, significa que tarde o temprano querrás volver a tu pasado.
Con el tiempo comprendes que sólo quien es capaz de amarte con tus defectos, sin pretender cambiarte, puede brindarte toda la felicidad que deseas.
Con el tiempo te das cuenta que si estas al lado de esa persona sólo por acompañar tu soledad, irremediablemente acabaras no deseando volver a verla.
Con el tiempo entiendes que los verdaderos amigos son contados, y que el que no lucha por ellos tarde o temprano se verá rodeado sólo de amistades falsas.
Con el tiempo también aprendes que las palabras dichas en un momento de ira pueden seguir lastimando a quien heriste, durante toda la vida.
Con el tiempo aprendes que disculpar cualquiera lo hace, pero perdonar es sólo de almas grandes.
Con el tiempo te das cuenta que aunque seas feliz con tus amigos, algún día lloraras por aquellos que dejaste ir.
Con el tiempo te das cuenta de que cada experiencia vivida con cada persona es irrepetible.
Con el tiempo te das cuenta de que el que humilla o desprecia a un ser humano, tarde o temprano sufrirá las mismas humillaciones o desprecios multiplicados y al cuadrado.
Con el tiempo comprendes que apresurar las cosas o forzarlas a que pasen ocasionará que al final no sean como esperabas.
Con el tiempo te das cuenta que en realidad lo mejor no era el futuro, sino el momento que estabas viviendo justo en ese instante.
Con el tiempo verás que aunque seas feliz con los que están a tu lado, extrañaras terriblemente a los que ayer estaban contigo y ahora se han marchado. Con el tiempo aprenderás que intentar perdonar o pedir perdón, decir que amas, decir que extrañas, decir que necesitas, decir que quieres ser amigo, ante una tumba, ya no tiene ningún sentido. Pero desgraciadamente, sólo con el tiempo.
el tiempo..."
de Jorge Luis Borges
quarta-feira, outubro 01, 2008
Brincadeiras de adultos...
Quando brincamos demais, dizem-nos invariavelmente para parar.
Em casa, só brincamos quando nos deixam. Ou então, se chatearmos muito, lá dizem: "Oh puto!!!... vá lá brincar..."
Se tivermos o azar de ter irmãos mais velhos... pronto! Podemos até brincar... mas acabamos a chorar...
Depois, somos adolescentes. Altura ideal para brincar... mas passamos a adolescência a ouvir "Então?!? Já não és criança nenhuma... porta-te lá como um homenzinho...". E lá se vai a brincadeira outra vez.
E pronto. Se tudo correr pelo normal, lá nos tornamos adultos com responsabilidades. Com seriedade e com poucas brincadeiras.
Será?! Então... e se analisarmos com calma? E se olharmos à nossa volta? É só reparar.... nos nossos amigos, na nossa família, nos nossos colegas... sem muito esforço notamos que... brincam às escondidas. Brincam à apanhada. Brincam ao toca e foge.
Ou seja... passamos um terço da vida a brincar SEM TER consciência... e o resto dela a brincar COM A consciência!
Adultos... brinquemos então! Mas COM TOTAL CONSCIÊNCIA!!!










